Esse Blog é apenas uma fosca miragem conturbada, do que aconteçe na minha cotidiana vida de acadêmico, e fora dela.Cuidado, vais encontrar: minhas aprendizagens, frustações, curiosidades e o que mais minha mente insana desejar descorrer.
Divulgação do livro Sucker Punch: A arte do filme (Titan Books, 256 páginas, US$ 34,95), que mostra toda a caracterização dos personagens, cenários, figurantes, monstros, tudo.
Apesar dos efeitos de slow motion - já batidos em "300 de Esparta" - e a falta de bons diálogos com os atores incrivéis que possuem, demonstrando aquele apreço carinhoso com o roteiro e enredo, o filme "Sucker Puch: Mundo Surreal" ganha pontos em questão de estética e a trilha sonora, algo que o diretor Zack Snyder costuma acertar.
A mensagem que o filme "Sucker Puch" passa é muitíssimo interessante também, a qual diz que você que aprisiona o seu corpo, a sua mente, seu espírito, e só você pode libertá-los... só tu podes se libertar! És dono de seu mundo e tem todas as armas para lutar. Vamos ao fight.
Confira o trailer legendado:
Os publicitários do filme tentaram abocanhar o público teen usando a imagem da Vanessa Hudgens, de "High School Musical", na divulgação do Sucker Punch, como se ela tivesse um papel ativo e essencial na obra. Um erro para quem pensou assim, ela quase não fala.
A Emily também canta a música de abertura do filme - Sweet Dream.
Além da Vanessa, o elenco inclui Jena Malone ("Na natureza selvagem"), Jamie Chung ("Dragon Ball") e a talentosa Emily Browning ("Desventuras em série"), que encarna a personagem de Baby Doll, uma garota que foi internada pelo padastro em uma instituição mental. Após a morte da mãe (o diretor sugere que o padastro tenha a matado, para ficar com a herança, mas depois descobre que as filhas foram as herdeiras legítimas), ela acidentalmente mata a irmã e o padastro a interna em um hospício.
Através de sua dança, Baby Doll entra em um mundo imaginário, na busca de sua libertação. Para isso tem que capturar cinco objetos, em cinco dias para conseguir escapar da instituição e evitar ser vendida para um homem muito rico. Ela conta com a ajuda de suas colegas internadas, que também almejam sair daquele lugar.
O mais interessante da história é descobrir que a Baby Doll não era a personagem a ser salva, e sim a salvadora, como o filme se refere: um anjo. Só assistindo até o filme, para entender realmente o que é dito na introdução da obra.
Ontem foi muito divertido, eu juntamente com a Letycia Oliveira fizemos uma apresentação teatral para a cadeira de Programação Visual, com prof Marcio Guimarães. O título era: A psicodinâmica das cores, azul e vermelho: em um relacionamento.
Aconteceu o seguinte: haviam 2 personagens - azul (eu) e vermelha (Letycia) na história (baseada em fatos verídicos). Vermelha liga para Azul, o namorado, para irem ao shopping comer e ver filme, ele tenta convence-la do contrário, afinal ele acabara de sair de la com seus sobrinhos e já havia comido, mas ela insiste e vão. Na praça de alimentação ela vê o ex-namorado e tenta fazer com que Azul tenha alguma reação quanto a isso, a intenção era ele ficar com ciúmes, paranóico ou algo do tipo, mas como ele é calmo, sereno, não agi dessa forma. Então Vermelha se zanga e diz que não quer mais comer, Azul se frustra e diz que quem não tá com fome é ele, então decide logo ver o filme.
O filme que escolheram foi Gnomeu e Julieta, que coinscidentemente o primeiro é o duende de jardim azul e a segunda vermelho. Na sala do cinema fazem as passes, ela promete não brigar mais, ele faz com que ela prometa, também, não pegar mais o seu celular e ligar para todas as mulheres que tinham na agenda. Saindo de lá, enquanto Vermelha vai ao banheiro, Azul encontra seu amigo de infância, que justamente é o ex dela, que ele não tinha reparado - comprimentam-se, dão um abraço. Vendo a cena a namorada pega fogo, fica irritada, pergunta por quê o seu amor foi falar o ex. O coitado do azul tenta explicar mais já é tarde, ela joga um saco de pipoca todo na cabeça dele, que havia comprado para ver no filme.
A reação não seria outra, ele decide não vê-la mais e pedi para não ligar para seu celular, sai de cena e a deixa no corredor do cinema, sozinha!
Para a realização da encenação, projetamos um cenário com imagem de slides, através de um retroprojetor, para que ajudassem os interlocutores a perceber onde a história acontece e mais. Nas laterais do slides, haviam os variados significados das cores azul e vermelho, contextualizado com as cenas.
A ideia foi toda minha, o prof. estava falando sobre a namorada louca dele para Letycia, e logo eu e Alcinéia entramos na conversa para ouvir, ao final, puxei Letycia par ao canto e falei que nosso trabalho seria sobre a história quase romântica dele.
Depois que tudo acabou, a sala ficou infestada com o cheiro amanteigado da pipoca que fora jogado na minha cabeça, fazer o que nê?
Dica de Filme:
Gnomeo e Julieta, uma comédia infantil de desenho animado, muito, muito divertido. O Omelete fez uma crítica do filme, está aqui. Pelo nome já se tem uma ideia, é uma releitura da famosa obra de William Shakespeare. No caso, os personagens principais são dois doendes de jardim, Gnomeo - azul e Julieta - vermelha. São vizinhos, quando os seus donos saem de casa, começa a guerra. Em um dia desses os pombinhos se encontram e se apaixonam, mas não podem ficar juntos pelas brigas das familias.
Mais um daqueles filmes que o título traduzido não tem nada a haver com o enredo. "Paixão de Aluguel, ou "The Perfect Man (O Homem Perfeito)" é uma comédia, quase romântica que tenta mostrar a difícil relação entre pais e filhos; de como nos refugiamos atrás desses papéis e esquecemos, talvez por conta da incessante rotina, que aquela pessoa chamada mãe, também carrega consigo anseios, fragilidades, desejos, frustrações e esperanças.
Cartaz em françês do Filme Infância Perdida - o grafite atrás do garoto soa como uma ordem, aos meus olhos: STOP!
A presença foi obrigatória na abertura do CineClube da Faculdade São Luís, no ano de 2011, que aconteceu ontem. Em comemoração ao Dia Mundial da Infância e Dia Internacional da Luta Contra a Discriminação Racial, a Coordenadoria de Comunicação da Faculdade nos emocionou com o filme documentário de Philippe Lhuillier: A Infância Perdida.
Na abertura o professor da Fac.São Luís e também cineasta, comenta que o documentário trata-se de um "ciclo da tragédia que não nos abandona". Foram 53mm de uma mistura de sentimentos - confesso que sai dalí com uma angústia na alma e plena indignação, por saber que é muito difícil combater a realidade mostrada no documentário, o pior de tudo é ter percebido que muita coisa não mudou desde a década de 90, em São Luís. Fora as roupas (que por sinal, havia a predominância da cintura alta, que voltou à moda no guarda-roupa feminino - fato foi muito bem pontuado por Letycia Oliveira, na ocasião), parece que o cenário na Ilha, até os casarões, que deveriam estar conservados, continuam cada vez mais precários. Quem sabe não se trate de um retrato do descasso ludovicense.
Após o filme houve um Bate-Papo com pintor Philippe Lhuillier e o mediador Francisco Colombo.
"A Infância Perdida" é dividida em 3 partes, que mostram moradores de rua, favelados e jovens, contando sobre o que acontece nas ruas: dependência química, guangues, fome, miséria... os problemas com a polícia: abuso sexual, espancamento, perseguição, repressão, assassinato, abuso de poder. Além disso, há o movimento do HipHop, que inclusive contruiu para o fim das guangues em São Luís (impressioante a manifestação do HipHop, na praça Deodoro, uma grande mobilização da periferia).
Cabe ressaltar, que o HipHop é a "arte vinda da periferia". "A gente só fala a verdade, somos como um jornalista do povo", enaltece um personagem. Ninguem tem dúvida que as letras desse gênero musical, reflete muito bem a realidade e sentimentos da comunicadade periférica. Francisco Colombo, também levantou uma questão interessante, o tratamento das mulheres, como objetos dos gangters norte-americanos, no entanto, não houve um aprofundamento da discussão.
Como era de se esperar, falou-se do grafite (pichação) no filme; recortagens de jornais, mostrava motivo de orgulho de um morador. "Nossa vida é de artista, (...), por que para gente isso é arte, arriscar nossa própria vida, só em nome do prazer", ressalva um outro personagem.
Infelizmente, o Brasil não valoriza essa arte de rua, só pelo fato de ser oriunda da periferia. Em uma análise, poderia dizer que o grafite é uma tatuagem das cidades de concreto, a marca de alguém que merece ser ouvido e, principalmente, enxergado.
Elucida-se, também, que muita gente quer sair desse mundo, alguns vivem sem os narcóticos, outros que largam o vício e vão para abrigos, acabam sendo seduzidos pelo "chamado da rua e das drogas". Para não ficar na sargeta, os personagens ocupam os casarões coloniais abandonados pelo Estado, dormindo em caixas de papelão, mas mesmo assim ainda sofrem repressões pela polícia. Segundo Pouquinha, "eles (policiais) querem fazer assédio sexual com a gente, (...) até com os meninos homens,(...) dá choque na gente, eles 'faz' tudo, até matar". Será que a polícia não conhece os Direitos Humanos?
Telmirene conta que a sociedade e a polícia os exclui mesmo estando sem drogas. Ela foi morta por policiais, no jornal sai uma matéria que camufla o fato, ninguem soube, a não ser os moradores de rua, sobre a verdade do acontecido.
Por fim, fecho esta postagem com o apelo da Pouquinha, que em suas palavras reconhece o machismo encravado na sociedade: "eu queria uma vida melhor, pra homem tem, pra 'nois' não, pra gente que é mulher". Recordando o que Francisco Colombo falou, isso tudo é "o ciclo da tragédia" que não nos acabandona.
Confira o vídeo do único documentário de Philippe Lhuiller, em seu portal no YouTube.
Acabo de assistir ao filme "A volta de Tamara (Tamara Drewe, em inglês)", de Stephen Frears, que dirigiu "A rainha, alta felicidade", e protagonizado pela belíssima Gemma Arterton, a mesma de "007 - Quantum of solace", Príncipe da Pérsia e "Fúria de Titãs".
O filme é baseado no HQ "Tamara Drewe" de Posy Simmonds, ilustradora do jornal Guardian. A história é sobre uma repórter que volta à cidadezinha natal do interior para cuidar da venda da casa da família, além de escrever um livro autobiográfico [incrivél como dos 4 homens que contracenam, 2 são escritores]. Foi uma patinha feia, quando foi para cidade se presentou com uma cirurgia no nariz, quando volta vira a cidade de cabeça pra baixo com sua beleza e sarcasmo.
Vais deixar eu me expressar, ou fazer com que me cale?
Sabe aquele dia que tudo começa como tu queres e termina de um jeito super desagradável? Foi hoje. O mais difícil de digerir é que não foi algo inédito, é recorrente - a falta de compreensão da minha realidade, do que eu sou: um homem contemporâneo. Por muitas vezes, me senti na necessidade em ficar com o bico fechado, não falar da minha vida pessoal/sentimental, para me tornar a pessoa ideal, para outra. Adoro fazer amizades, ter bons relacionamentos faz bem para a alma. Confesso que tenho vergonha de falar com as pessoas; se conheço alguém e essa está em um grupo de mais de três pessoas, passo direto e não falo. Por quê? Não gosto de interromper conversa dos outros e tenho vergonha em chegar do nada e parecer entrosado demais. Já havia falado antes, não sei ter amigos. O que aconteceu hoje colocou em voga este fato. Não sei se existe dicas, ou algum esquema de como encontrar um(s) amigo(s) perfeito(s), se existir, alguém há de me dizer, pois preciso muito saber.
Esta é Dica de filme.
Os filmes de HighSchool, que naturalmente assisto, com gosto, me demonstram que a amizade é obtida, não com quem te interessa fazer a relação - a(o) garota(o) mais bonita(o) e popular, por exemplo - e sim com aquela pessoa que compartilha de gostos parecidos com os seus, senão iguais.[O desfacho do filme "Nunca Fui Beijada", faz uma análise crítica das relações de amizade, dos jovens. Vale lembrar, que a protagonista é uma jornalista desfarçada, super minha área.]
Sabendo disso tudo, como posso considerar uma pessoa como Ela, minha amiga? Pergunto isso, pois vivemos em mundos distintos, figuramente falando. Tenho uma percepção de mundo, muito além do dela, isso tenho como provar. Só para ter noção: Ela pensa na proporção do universo, já eu especulo na proporção além do universo.
Por essas e outras eu gosto mais de meus amigos virtuais, do que os interpessoais. Devo admitir, não sei ao certo, em que ponto desse cyberespaço, somos personagens, muito bem elaborados, ou só nós mesmos. No mundo mais palpável tornar-se um personagem por muito tempo não dá, a máscara cai. Casos no BBB's da vida mostram isso.
Gosto do cyberespaço, devido ao fato de encontrar pessoas com as mesmas afinidades, gostos musicais, de TV, cinema. Enxergo-me no outro, isso é magnífico. Até com pessoas de outros credos e culturas consigo me relacionar super bem; fortalecemos nosso relacionamento, pelo ponto em comum: nem que seja a dificuldade da barreira linguística.
A garota, a qual nem me sinto confortável em dizer o nome nesse momento é uma pessoa incrível, doce e ótima para se relacionar. O problema dela é ter essa mente mais limitada, creio eu, devido a sua religiosidade cristã. Como posso ser um amigo de verdade de uma pessoa que nem te aceita como tu és. O que piora a situação, que ela é uma das poucas ali na turma com quem eu conto da minha vida pessoal/sentimental. Fico sem saber o que fazer e agir.
Esse ano eu fiquei um homem que está cuidando mais da aparência. Não é por o acaso, ano passado li bastante o site de Maquiagem Masculina, e sites que falam sobre o assunto; vídeos de como se maquiar, cuidar da pele, dos cabelos e tudo mais, em suma, cuidar da beleza - que é algo primordial, ainda mais para quem não cresceu com cabelos lisos, ruivos, pele de pêssego, sem espinhas ou pele com pouca oleosidade. Pode-se dizer até que estou virando um metrossexual, quem sabe, mas a priori, estou me tornando mais vaidoso e isso incomoda.
O Titio, o divo do make masculino.
Resolvi comprar maquiagem. Meu primo aspirante a modelo tem e eu já pedi emprestado, agora tomei vergonha na cara e fui adquirir a minha, gastei bastante na loja de cosméticos, sobretudo em produtos para o cabelo. [O pó compacto nem é mais compacto, caiu hoje no chão, estou até triste por isso, nem sei o que fazer.] Aprendi com o Thiago [o carinha da foto ai ao lado, super gente boa, inteligente, bonito e adora a criticidade dele], fundador do site Maquiagem Masculina, a como me maquiar, deixar a pele mais homogênea, de forma bem clean. A garota, em questão, até ficou surpresa com o resultado, mas mesmo assim, creio que a ideia de homem usando maquiagem ainda não foi digerida. Ontem, quando eu disse no Messenger que estava usando maquiagem, passou a mão no rosto de cima para baixo, como forma de surpresa e dissesse: Oh meu deus! Ela tem umas barreiras que eu não sei como derrubar, para finalmente me aceitar como eu sou. Conviver como eu sou de verdade e não como quer que eu seja. Hoje, umas três vezes, me sugeriu ser algo que não dá para ser: "um homem normal". Nem sei se isso ainda existe. Sinceramente, não sei como agir. Talvez, experimente deixá-la para escanteio (que óbvio que não farei, não aguentarei ficar tanto tempo distante), mas alguma atitude eu devo tomar, para mediar a situação.
Marketing Pessoal. Esse foi, para mim, o ponto alto na aula de Legislação e Ética no Jornalismo, com o prof. Paulo Rogério. Mais, de fato, o que é isso?
“Marketing Pessoal pode ser definido como uma estratégia individual para atrair e desenvolver contatos e relacionamentos interessantes do ponto de vista pessoal e profissional, bem como para dar visibilidade a características, habilidades e competências relevantes na perspectiva da aceitação e do reconhecimento por parte de outros.” Fonte: Mulher de Classe.
Em outras palavras, tu tens que ter uma boa imagem para conseguir o tipo de relaciomanento, que melhor te convir. Só na MTV mesmo, alguém poderia apresentar um jornal usando bermuda e chinelo.[refiro-me ao "FuroMTV"]. Imagina Wiliam Bonner assim? É tudo uma questão estratégica. Na elite, compram-se roupas de grifes famosas, não por estas terem um bom produto e sim pelo status, conseguindo assim, atrair pessoas do seu mesmo nível sócio-econômico.
Essa é uma premissa super verdadeira, quando se fala em atitude política, exercitar a nossa cidadania. Todo mundo está descontente com o nosso Estado, mas são poucos os que tomam atitude e tentam fazer algo significativo. E estes, coitados, colocam-lhes mordaças, toda vez que abrem a boca, pelos políticos?...Também! Quando não fazemos nadica de nada, e nos acomodamos, sufocamos o surdo grito destas pessoas, que tanto lutam por nós.
A discussão não é de agora, já faz anos que se fala disso, e até agora, nada. É importante pararmos para pensar, qual o nosso papel na sociedade: vivermos de cabeça baixa e obedecer? ou reconhecer que algo não está certo e pisar no calo de alguém?
Nada se muda do dia para noite. Também não adianta ficar só na discussão apontando o que estar errado, e sim, apontando o que deveria ser feito e se isso, realmente, é o mais viavél. A união faz a força e nossa história de lutas mostra isso. Se cada um tomar a dor da causa, o Estado nos ouvirá. Claro que alguém vai querer te calar. Se não resistir à opressão, pelo menos terá uma história para contar a seu filho - a próxima geração. Dirá: Filho, pelo menos tentei fazer com que a sociedade que tu vives hoje, fosse melhor. O poder político me calou, mas a esperança ainda continua.
A esperança continua, sim! No entanto, não há esperança sem lutas. Nada irá cair do céu, a não ser chuva e afins. Só temos uma vida, ela é frágil, a qualquer instante, podemos partir para o outro lado e a pergunta ficará o que fizestes para o próximo?
Tudo é política, respiramos política. Fazer algo é necessário. Nem que seja conversar com o vizinho, parentes, e tentar buscar uma alternativa que possa ajudar a sociedade que vivemos. Os bairros têm sua Associação de Moradores, já é o começo começar por aqui. Há como fazer alguma coisa SIM! Nada é inútil; inútil é saber das coisas e não fazer nada.
Eu já fiz minha parte: participei de uma passeata em João Pessoa, no ENECOM Parahyba (falávamos que a Comunicação é do povo e para o povo) e pela ENECOS, recolhi assinaturas para a campanha "Somos Todos Comunicação Social", no objetivo de chamar para discussão pública as Novas Diretrizes Curriculares do Curso de Jornalismo.
Vídeo da passeata - aparece no 0:45.
Não sou militante, confesso, mas pelo menos fiz parte de algo importante, integre-me a um grupo, quem disse que uma pessoa não faz diferença? Tanto é que nesse Ato em Paraíba, um político vigente organizou de ultima hora uma passeata na cidade, afim de abafar a nossa voz. Infelizmente não conseguiram. Falamos tudo o que estava entalado. Não ter iniciativa não é desculpa, é só apoiar os que lutam por nós, só ter cuidado para não apoiar o lobo vestido de cordeiro. Tento fazer minha parte, também, no local onde faço estágio, no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, cabe no meu papel de educador/monitor.
Isto tudo é uma grande discussão, que rompe o meu alcance. Basta ter diálogo, esclarecimento e colocar tudo em prática.
Dica de Filme:
Hoje, depois da faculdade fiquei discutindo e ouvindo sobre isso, na parada de ônibus. Falamos de jornalismo investigativo também. Pela tarde assisti o filme "Beauty & the Briefcase"com essa temática, com a atriz/cantora Hilarry Duf, fazendo o papel de uma jornalista de moda. Gostei.
Lição do filme: Não se pode encontrar um homem perfeito, que sigam todos os pré-requisitos básicos. Quem sabe o amor de sua vida, seja o oposto do que procuras ( só vendo o filme pra entender). Outra lição: dá boas dicas de como passar em uma entrevista de emprego e como o trabalho de um jornalista investigativo é duro.
Só para relembrar a estadia em João Pessoa, foi bom demais. Quem fez esse vídeo foi um 'amigo' que ainda está me devendo 50 reais, desde Julho do ano passado. Emprestei para curtimos a VogueJP juntos hehehehe... tenho esperança dele me pagar ainda... [sonha Manoel, sonha!]
Não sou militante, confesso, mas pelo menos fiz parte de algo importante, integre-me a um grupo, quem disse que uma pessoa não faz diferença? Tanto é que nesse Ato em Paraíba, um político vigente organizou de ultima hora uma passeata na cidade, afim de abafar a nossa voz. Infelizmente não conseguiram. Falamos tudo o que estava entalado. Não ter iniciativa não é desculpa, é só apoiar os que lutas por nós, só ter cuidado para não apoiar o lobo vestido de cordeiro. Tento fazer minha parte, também, no local onde faço estágio, no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, cabe no meu papel de educador/monitor.
Isto tudo é uma grande discussão, que rompe o meu alcance. Basta ter diálogo, esclarecimento e colocar tudo em prática.