Ontem Silvio Tendler fez um convite para pretigiar seu filme, que durou anos para ser acabado, no Centro Cultural Odylo Costa Filho, às 19:00, que começou muito tempo depois [coisa de brasileiro].
- Cronograma:
- Apresentação de um curta-metragem falando da vida de Maria Aragão¹.
- Apresentação do Documentário "Utopia e Barbárie".
- Bate-papo com Silvio Tendler.
Ohei pro céu, nublado.Pensei: se der tempo, ainda vou assistir o último horário de aula na Faculdade, com isso acabei comprando um guarda-chuva [com estampa exterior xadrez vermelho e prateado no interior; claro que optei pelo xadrez é a tendência do inverno.], para me precaver da possível chuva, que não aconteçeu.
No Odylo dou de encontro com a garota de cabelos vermelhos e índio tatuado em seu corpo, a Elida [já pagou um acadeira em minha classe]. Pediu minha ajuda com a camêra digital, que pegara emprestada de um amigo; ela queria descobrir onde colocava as pilhas alcalinas, quase reviramos a máquina do averso e não acahvamos. Por fim, achamos com ajuda de uma terceira pessoa.
Elida estava esperando Tendler para entrevistá-lo, a fim de contribuir na defesa da monografia, que fala do cineclubismo. Crente que faria isso antes da exibição do filme, acabou fazendo no final da programação, lá pras depois das 22:00.Uma professora da UFMA, descreveu muito bem um filme de Tendles, como uma verdadeira aula de história. Mas sabe quando termina um filme e percebe que levou um soco de realidade no estômado. Só vendo o filme para saber, ao certo, de que falo. O material é riquissimo. Como o própro Tcndler disse: o filme pode ser analizado por dois lados, por aquilo que é e o que tem de conteúdo nele, ou pelas lacunas que o filme deixou passar.
Com o filme percebi que Utopia existe e precisamos criar uma agora, urgentemente, vivemos em uma sociedade fragmentada, lutamos por nossos direitos semparadamente, não agregamos força aos nossos manifestos por isso.
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| Imagem interna do Memorial da Maria Aragão, na Praia Grande. |
¹ - Nota: "Hoje comemora-se o 101º aniversário da médica e militante comunista Maria José Aragão. Nascida em 10 de fevereiro de 1910 em Engenho Central de Pindaré-Mirim, Maria dedicou sua vida participando de movimentos sociais, lutando pela paz e combatendo as injustiças, as violências e os atentados aos Direitos Humanos. Enfrentou a ditadura militar, sofreu torturas mas nunca deixou de lutar pela liberdade e pela democracia."(Vias de Fato)

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