| Imagem meramente ilustrativa, foi no semestre passado, eu acho. |
Devo confessar que eleição passado pensei, seriamente, em votar nele, pelo PSOL, mas acabei votando nulo, como fiz na maioria dos votos [primeira e última vez que faço isso]. Agora me arrependo. As pessoas dizem que o socialismo não resolve em nada, eu cai nessa falácia. Agora vejo que quem defende o marxismo não simplesmente pretendem radicalizar e mudar o sistema político, sobretudo tentam mudar a vida das minorias, do pobres, do convívio humano ideal [como buscar alternativas para o trânsito de Alejandro Martins, em SLZ]. Essa foi a grande quebra de um paradigma da noite [até agora, pelo menos].
Outro prof. que ouvi muito falar mal é o Paulo Rogério, semestre passado até que soube lidar com ele, atingi minhas notas máximas, agora?? Ajoelhai no milho verde e rezai.
"É o mesmo professor, mas o jeito de lidar com vocês é diferente". Quando ele falou [mais ou menos] isso, não sabia o quão ele poderia querer nos prejudicar. Prejudicar, pois ajudar/facilitar, ser imparcial que não é. Primeiro que continua com a tentativa de nos reprovar por faltas, faz questão de fazer chamada logo quando chega, para os retardatários [como eu], que chegam alguns minutos após, levarem falta. Segundo, ele começou a articular uma nova estratégia: Tenta nos força a irmos em todas às aulas dele, porque se não, deixará de ganhar pontos, que só os que foram naquele dia terão esse privilégio.
Hoje foi um dos poucos dias da minha vida, que me senti em uma época que um homem, que adorava moda e gostava de se vestir diferente, saia de casa com uma roupa, quando dobrava a esquina se 'montava' com outra.
Nota: Isso até me lembra uma personagem do filme juvenil Garotas S.A - uma garota do grupo das populares do colégio, que é uma bolsistas e rala pra tirar notas máximas e fazer com que a mãe não saiba que ela usa roupas de grife, além de esconder da líder das populares isso tudo neah.
Por que me senti assim? O bendito mocassim de my daddy [o chamo assim desde quando ouvi o primeiro verso do hit 'Welcome to my life' - Simple Plan]. Já que pedi a ele outro dia e não me emprestou, meu orgulho faz com que eu não peça novamente: eu pego [emprestado, sem autorização]. Este mocassim talvez seja o único sapato dele que dá em mim, logo o cobicei, estou doido por um docksite, mas quem não tem cão, caça com o que tem. Estou com o sapato desde ontem e hoje usei novamente, mas dessa vez não sai de casa antes de daddy chegar do serviço. e para ele não me ver usando, intoquei, belíssimamente dentro da minha nova bolsa de costas [daqueles sacos que não sei quem inventou] totalmente personalizado por mim [ my daddy me deu, vai saber o porquê, geralmente ele só me dá algo, quando peço].
A ideia era trocar as minhas queridíssimas Havaianas - que inclusive comprei em João Pessoa, pois achava que tinham me roubado a outra chinela[na hora H, estava por dentre a bagunça do alojamento] -, pelo sapato logo na esquina, mas devido ao fluxo de conhecidos meus estarem a subir para a parada comigo, acabei fazendo a troca no busão, peguei o primeiro que vi, que teoricamente não tivesse muita gente pra ver um doido no último banco do bus colocando um mocassim preto de couro legítimo.
Detalhe, no fim da aula o colega de classe, Flávio Eduardo, elogia meu look e completa dizendo que o que faltava em mim era um Rafael Steffens, como se pra se vestir bem e ter estilo, precisasse usar grifes famosas. Nem gosto de comprar sapatos, não sei comprar muito bem, tenho pés #fails. Mas fica anotada a dica dele, de qualquer forma, vai que eu ganho de presente um dia desses.
Ia esquecendo de dizer, que Gustavo, do 5° Período, fora traumatizado por mim, anteontem: "Menino como tu consegui sair de casa assim? Com essa espinha enorme, preta?", eu falei assim pra ele, tomou um susto e ficou paranoico até quando tirou o 'cara negão' da testa.
Há e Lucas Hadade ficou de cantar uma música para mim, pelo menos foi isso que entendi, quando eu entrei na classe, no horário de Legislação e Ética no Jornalismo.Detalhe, no fim da aula o colega de classe, Flávio Eduardo, elogia meu look e completa dizendo que o que faltava em mim era um Rafael Steffens, como se pra se vestir bem e ter estilo, precisasse usar grifes famosas. Nem gosto de comprar sapatos, não sei comprar muito bem, tenho pés #fails. Mas fica anotada a dica dele, de qualquer forma, vai que eu ganho de presente um dia desses.
Ia esquecendo de dizer, que Gustavo, do 5° Período, fora traumatizado por mim, anteontem: "Menino como tu consegui sair de casa assim? Com essa espinha enorme, preta?", eu falei assim pra ele, tomou um susto e ficou paranoico até quando tirou o 'cara negão' da testa.
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