terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A chuva, o Filme e minha paixão do 1° Período.

Hoje foi um dia super chuvoso, desde a tarde até agora 12:38 [está chuviscando neste momento]. Lucas Hadad me ligou por volta das 19:00 horas, a fim de saber se eu iria pra Faculdade, com medo de ter aula e pegar falta. Minha resposta foi positiva. No entanto, ele não compareceu, inclusive nem teve aula, nem sei dizer ao certo, o que teve: "palestra" ou "cineclube", ou um "cineclube" com roda de bate papo com o cineasta.
  • CineClube é um projeto da Faculdade referente à exibição de filmes, de curta, média e/ou longa-metragens no auditório da mesma. Geralmente, a Coordenadora do Curso de Comunicação convoca os alunos de Publicidade e Jornalismo para apreciar eventos como este.
[nota: tem uma coisa fedendo, não sei o que é, talvez esgoto ou a umidade da chuva. Está me incomodando]

Antes de ir à Faculdade aconteceu algo engraçado e ao mesmo deprimente, diria até frustrante:
- Papai me empresta o seu mocassim?
- O quê? o quê, que é isso? responde papai, como se nunca tivesse ouvido falar nesse tal de "mocassim".
- Seu mocassim, me empresta ele, eu repito, depois enfatizo, já que percebi a falta de conhecimento  dele: SEU SAPATO, QUERO SEU SAPATO!, exclamei.

Ele não me emprestou, ai que infortúnio, devido a isso, também fiz questão de não pedir o guarda-chuva emprestado, preferia me molhar. 
A segunda frustração da noite acontece quando chego na minha classe, só tinha uma garota no celular, e logo me apontou com o dedo para o quadro branco. E meus olhos surpresos, perceberam que eu teria que me molhar mais ainda até chegar no auditório [que, por sorte, meu colega Mário de Andrade me deu uma carona de guarda-chuva], a qual seria ministrada uma "palestra" com o documentarista brasileiro Silvio Tendler [ele é super importante, confesso que vim perceber isso agora, depois de achá-lo na Wikipédia, que na verdade fomos ver o média-metragem "Josué de Castro – Cidadão do Mundo (1994)". Eis um trecho do filme, sobre a luta de Josué de Castro, que tornou-se médico para descobri os metódos para acabar a Fome, com ele descobrimos que é são mãos negras que traçam a geografia da fome no Brasil.

Ao final do CineClube, eu e meus colegas de classe, Laís Julia e Johnny Ribeiro, nos dirigimos à lanchonete, situada no prédio principal, o mesmo da nossa classe. O auditório fica no prédio Anexo 2, não há acesso com cobertura até lá, apenas ao Anexo 1. Nem lanchonete não tem, isso é um absurdo, lembro muito bem quando começei a estudar Jornalismo no Anexo 2, era horrivél. Na certa a Faculdade quis economizar custos. Vai saber! Não sei como aquele povo aguenta.

A minha Lindsay Lohan: minha admiração, minha amiga.

Esta ai do lado a bendita cuja. Tive um amor platônico ou não por ela, assim que a vi. Aconteceu quando fomos fazer nossas inscrições pelo ProUni na Faculdade, eu a achei parece com a Linday Lohan, quando criança claro, a doçura, as bochechas, nariz, por isso me apaixonei [sou caidinho pela LiLo, por essas e outras adoro ruivas]. Meu encanto só foi crescendo assim que a via e a ouvi, oh menina inteligente, fala muito bem, mas no entanto a fantasia acabou e acordei. Ela fazia Publicidade e mudou para minha sala de Jornalismo: Por que? Porque não me envolvo com ninguém da minha classe, isso desfoca meu objetivo. Então, sendo assim, viramos amigos, mas minha admiração continuou e ainda continua. Johnny vivia me atentando, pois não queria que ela soubesse dessa admiração toda. Agora ela já sabe e entende.
Sou daquelas pessoas verdadeiras, que não gosta de passar a mão na cabeça, digo logo a verdade, e com ela não é diferente. Quero que ela cresça profissionalmente e com pessoa, também, logo digo coisas, de propósito, que a frusta, mas que de certa forma a fará evoluir, pois ela é uma menina muito determinada e adora mostrar aos outros que estam enganados a respeito dela. Uma vez eu falei que ela não escreve bem, ela até anotou o dia e a hora em um papel, para me provar depois como deu a volta por cima. A minha critíca, pelo visto está dando certo. Quem sabe se não tivesse falado isso, outra pessoa, um patrão, talvez, falasse e a magoaria ainda mais. Aprender a ouvir a critica de outrem é sempre válido e pertinente.
Fiquei muitíssimo agradecido ao Johnny ter nos convidado a dar uma carona de carro, até perto de casa; me molhei menos.
Hoje choveu bastante, espero que amanhã de manhã aconteça o mesmo, assim não irei para meu estágio no P.E.T.I., que na verdade fico olhando o vento passar, somente, pois estamos sem atividades com os alunos, esperando algum fiscal da SEMCAS, para olhar nossa classe nova - com fiação exposta, paredes a pintar, tudo sujo-, a fim de mandar fazer uma reforma na mesma.

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