quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Bafón da noite | Sopa de letrinhas

Vagabunda, eis um chingamento que saiu da boca da loira, como água.
              "Abre essa porta ou eu vou quebrar esse vidro", essa foi uma das expressões ditas por uma mulher alterada, ao bater fortemente, com as mãos na vidraça frontal do carro de uma segunda mulher. A primeira mulher era branca (corada de sol), loira, cabelos longos, com raiz a ser retocada, com obesidade abdominal; já a segunda, era morena, cabelos negros. Esta se encontrava recuada dentro de seu carro, juntamente com um homem moreno, magro (supostamente, "viado", segundo a loira), por quê? A loira estava chamando a para sair pra briga.

                 Estava eu aqui postando no blog, quando, surpreendentemente, ouço ocas batidas. Pensei: meldels, um barraco dos vizinhos na rua? Enganei-me! Espiando pelas frestas da janela, da sala, vi o barraco. Havia 2 carros, um de frente para o outro. Do lado direito, a morena e o "viado" (um mero acompanhante, percebe um leve sorriso, a La Mona Lisa, nos lábios dele, quando a mulher o chamava assim), do outro tinha uma criança, de mais ou menos 4/5 anos de idade, além da loira e o marido – que estavam fora do veículo.

                 Em síntese, pelo que eu percebi e pelos relatos da mulher alterada, o motivo da briga era: a morena, supostamente, amante do marido da loira ou periguete, seguia a 'alterada' por todo o canto, hoje havia ligado, várias vezes, para o serviço desta. E não sabia o motivo, já estava querendo tomar satisfação. Umas quatro vezes, esta vira para o marido e pergunta: "Tu tem alguma coisa com essa mulher? Porque se tiver, me diz logo, que eu ti largo"; mas é claro que o marido estava totalmente inerte com a situação. Como diz o ditado, quem cala consente, mas não estou aqui para julgá-lo. A morena via a mulher bater no vidro do carro e não fazia nada, estava quase em choque.

                Teve momentos interessantes nesse bafón. Primeiro, teve um momento, em que a loira arremessou, com raiva, as chaves do carro do marido dentro do carro da outra. Depois começou a dizer para ela devolver a chave (quase um 'Pedro, cadê meu chip'). Segundo, já no desfecho, a loira quebra os dois limpadores de vidro (se tem algum nome específico para essa peça, não sei), isso ela já furiosa porque a morena não fazia nada e já estava tirando o corpo fora. Depois de quebrá-los, atirou a chave do marido, novamente, desta vez no vidro dianteiro do carro, e a mesma foi parar longe: resultado – a moreno oi embora, a loira ficou resmungando, morta de ódio e ficaram procurando a chave que voara longe. Chegou 2 jovens negros e ajudaram o marido procurar. A mulher acabou encontrando, depois partiram.

                 O barraco passou, logo vieram os marocas de plantão. Meus vizinhos do lado esquerdo da minha casa - 4, dos 5 – saíram de suas respectivas casas para comentar o que aconteceu. Abri a janela e exclamei: "só dá maroca, vão procurar dormir". Após, papai levanta do seu sono e vem me perguntar se eram as vizinhas que estavam brigando. Pensou que o som das pancadas no vidro, eram socos na porta do quarto delas. Como sempre, papai não entendendo nada.



Voltando ao post da noite, o de cima foi um EXTRA, diríamos assim...

 

A noite do "erro"


                 Resumindo, a noite foi bem isso. Começando por ter criado esse post, de forma pouco descritiva, que deixou uma grande leque, para inúmeras interpretações.

              Postei algo referente a minha conversa com outro aluno no intervalo, sobre a discussão que Paty colocara em turma - a mulher que salvou uma menina que fora jogada na selva pelos indígenas. Por motivos de não me atentar em fazer um testo descritivo, ocultei partes importantes que dariam ao texto um esclarecimento melhor. Devido à minha displicência, provoquei uma hostilização em turma. Mas como Paty é de uma ótima índole, atuou, graciosamente, como uma verdadeira líder, após ser praticamente coagida a tomar uma satisfação, já que supostamente eu estava falando algum mal a respeito dela.
              Pelo bem me lembre, o papel de um líder de turma, não é só ter a relação de turma e coordenação, mas de ter a autonomia de ser um sábio moderador da turma, em suas relações interpessoais. Claro que Paty não veio conversar comigo como líder, mas o ocorrido demonstra como o cargo foi bem dado. Não me arrependo, nem um pouco, em ter votado nela. 
               Minha mãe sempre disse, que "há males, que vem para o bem", algo desse tipo. Tive a prova disso, o que não nos derrota, só fortalece. Sinto me muito mais próximo a Paty agora, do que nunca, sempre a admirei, por isso, agradeço lhes.


Vais apunhalar pelas costas ou sentar e dialogar?
              Sei muito bem que as pessoas que torciam por um barraco estão a ler esse post e quero lhes informar algo. O blog não é para servir como hostilização para ninguém, é apenas o que eu aprendi, ouvi, entendi sobre o assunto abordado, é uma discussão em aberto; não ratifico nada aqui. A caixa de comentários lá em baixo é para se expressarem: nem que seja para discordar do que foi dito por mim. O ideal é que colocassem suas visões do assunto em pauta. Muito mais digno e proveitoso.




              Sente que não gostaram quando me referi à turma de forma negativa. Quando eu faço isso, não me excluo. Turma é turma. Se falasse "algumas pessoas tem um baixo nível" é outra história. Incluo me, pois tenho muito a aprender e a fazer ainda. Só acho engraçado, pois não é a primeira vez que me reporto a classe assim, já falei na Faculdade, em alto e bom som. Será que não sou todo ouvidos ou será que a escrita é mais impactante? Não falarei aqui o porquê desse argumento, visto que já expliquei várias vezes. Quem quiser esclarecimentos, que me procurem pessoalmente, ou mande um email, ou deixem comentário no post.


            O Sono

              O resultado deste bendito sono, me custou hoje uma crítica construtiva. Leydyane Sampaio me alertou de alguns erros ortográficos, nos textos do blog, logo expus o que acontece. Agora, por exemplo, estou blogando com sono, quase chochilando, é normal, alguma letrinha faltar. O bom disso é, como Laís Julia me falou, que no final, faço uma deliciosa sopa de letrinhas.

            Isto posto, já tomei providências, referente ao assunto. Escreveria os post usando as ferramentas no Word, a qual o sistema de correção ortográfica é mais eficaz,no entanto, ocasionou alguns problemas estressantes que me forçaram a continuar escrevendo pelo blogspot mesmo[tenho que me virar do jeito que dá]. 



PS.: Quando eu souber colocar todos os posts em uma fonte e tamanho só, o farei. As diferenças de como os posts estão escritos, referi-se ao local onde eu o redijo. No caso, quando é no Word, é maior a letra. Sinto muito por isso.
 

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